ANTES DE COMPRAR ENVIE UM EMAIL INFORMANDO O MANUAL DESEJADO.
mtheogenesnegocios@hotmail.com



segunda-feira, 21 de março de 2016

Gurgel BR-800

O BR-800 é um modelo de automóvel fabricado pela extinta empresa Gurgel Motores S.A. Idealizado pelo engenheiro mecânico-eletricista João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, o BR-800 foi o primeiro automóvel a ser fabricado exclusivamente com tecnologia nacional. Seu motor, de 2 cilindros e 800cc, era fabricado na própria indústria da Gurgel, em Rio Claro estado de São Paulo.


FABRICA DA GURGEL EM RIO CLARO ANTES E DEPOIS
 O BR-800 foi fabricado de 1988 a 1991, quando foi substituído pelo Supermini, sua evolução. A Gurgel Motores S/A funcionou até 1994, mas a marca foi posteriormente adquirida pelo empresário Paulo Freire Lemos em 2004 e voltou a existir hoje. Veículo urbano apresentado em 1987, considerado o primeiro automóvel genuinamente brasileiro. De concepção peculiar e em diversos aspectos avançada para a época, era muito leve e compacto. Lançado ao público em versão definitiva no Salão Anhembi de 1988, teve produção iniciada em 1988, como modelo 89
GURGEL BR 800, SUPERMINI BR-SL: Cilindrada 792 cm3; Potência líquida 36 CV; Consumo médio 13,6 km/l; Velocidade máxima 111,1 km/h Seu fascinante motor, denominado Gurgel Enertron, muito limpo (sem correias) e econômico (fazia até 25 km/l de gasolina), chegou a receber um prêmio inédito na Europa. 
Trata-se de um motor de 800 centímetros cúbicos de deslocamento, acoplado a um câmbio de 4 marchas, idealizado para o uso urbano. Foi fabricado até 1991, como denominação ano 1991 modelo 1992.
O BR-800 apresentava problemas e falhas de projeto, como seria de se esperar da primeira versão de um projeto criado totalmente a partir do zero. A própria "venda casada" dos carros com ações da empresa demonstra que a idéia era de que todos os BR-800 produzidos servissem como uma espécie de protótipos de teste para os futuros modelos "definitivos". 
CONVERSÍVEL
Erroneamente comparados ao Uno Mille da Fiat, o BR-800 e seu sucessor Supermini tinham preço e consumo similar de combustível, mas pertenciam a outra classe: a dos carros urbanos, urbaninos ou minis, onde obviamente o Uno (como carro pequeno) jamais se encaixaria. Como exemplo, em outros países a Fiat oferecia nessa classe modelos como o Panda, 500 e 600, esses sim muito similares ao BR-800 em termos de espaço, conforto, desempenho, e
stilo e outros. Nesses quesitos, o BR-800 mostrava-se inferior ao Uno Mille e obviamente só poderia ser assim, pois tais carros situavam-se em categorias de uso diferentes, mas todas as críticas eram sempre feitas com base apenas nas comparações de preço, gerando conclusões distorcidas. A evolução do BR-800 foi constante durante seu período em produção, enfatizando a idéia de que o modelo seria um "protótipo sempre em desenvolvimento".
PICK UP
Em 1990, as maiores alterações foram lanternas traseiras e vidro traseiro basculante; logo depois, a suspensão dianteira foi modificada. Durante 1991, várias alterações maiores foram sendo realizadas ao longo do tempo: radiador selado, cintos de segurança retráteis, ventilação zenital no teto, fixação do motor por coxim suspenso, e, por fim, redesenho completo da construção e material do chassis. O BR-800 parou de ser produzido no final de 1991, mas algumas unidades que ainda não haviam sido comercializadas saíram das concessionárias em 1992.
SUPERCROSS
A experiência acumulada com o modelo indicou que o BR-800 deveria gerar dois sucessores, destinados a faixas de mercado diferentes: um modelo mais personalizado, atraente e luxuoso ainda que mais caro, e outro que seguisse a linha da máxima eficiência na produção e operação, que pudesse ser realmente "popular" e barato. Para atender ao primeiro caso, entrou em produção no início de 1992 o Supermini. Para atender ao segundo caso, estava sendo desenvolvido o projeto Delta, mas esse ainda não estava pronto e dependia dos financiamentos para a expansão da empresa e para a construção da nova fábrica no Ceará, já que seria baseado em um novo modelo de produção modular e descentralizada, única maneira de proporcionar preço de venda verdadeiramente "popular". Com as complicações financeiras da empresa, o projeto Delta não teve continuidade. O número de unidades fabricadas beira em torno de 7100. Há registro de um BR-800 com numeração 7098.
PAINEL BR-800
COMERCIAL GURGEL
QUE CURIOSO, ATÉ QUE FICOU LEGAL!
 MODELO TUNADO, UAU!
MISERÁVI, TA ACABANDO COM MEU CARRO!
RAPAZ! BR-800 EXECUTIVO? KKK
DÁ PRA TRABALHAR NO UBER!

Manuais Disponíveis
MANUAL BR-800 (GIF)
Clique nos ícones de pagamento no inicio do blog para adquirir.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

VW Santana


Apresentado no Brasil em 1984, o Santana inaugurou uma categoria dentro da Volkswagen: a dos sedãs de luxo. O objetivo era levar a confiabilidade da fabricante para um publico que exigia mais requinte e tecnologia – na época concentrado nos tradicionais veículos de luxo, como Ford Landau, Alfa Romeo TI e Chevrolet Diplomata. Esses modelos, porém, foram ficando antiquados e acabaram abrindo espaço para novidades. A Ford apresentou o Del Rey e a Chevrolet estava abalando o mercado com o Monza.
Para produzir o Santana, foi necessário um investimento de 50 milhões de dólares e uma série de estudos para superar a sensação de conforto e bem-estar que era oferecida pelo Passat – até então o melhor carro da VW por aqui. Detalhes como a regulagem dos bancos (que precisava ser leve, sem folgas e isenta de ruídos) até o som emitido ao fechar as portas, tudo foi analisado com afinco. A carroceria monobloco trouxe uma estrutura diferenciada, pensando na segurança dos ocupantes em caso de colisão. Dianteira e traseira tinham deformação programada, de modo a absorver o impacto progressivamente.

Esteticamente, o Santana seguia à risca o que era vendido na Europa, mostrando uma sintonia entre os dois mundos para que o público tivesse ideia da modernidade do modelo. Com opção de duas ou quatro portas, o sedã era oferecido em três versões de acabamento: CS, CG e CD, sendo que a top de linha trazia rodas de alumínio, lavadores de farol e luz traseira de neblina, além de oferecer como opcionais direção hidráulica, transmissão automática de três velocidades, ar-condicionado e rádio com toca-fitas digital Bosch Rio de Janeiro.
Inicialmente havia uma paleta de cores com tons sóbrios, como azul, cinza, verde e bege, associadas à três tipos de acabamento interno: marrom, preto ou grafite. A cabine era ampla e muito bem-acabada. Recebia confortavelmente cinco passageiros, oferecendo cintos de três pontos e encostos de cabeça para dois ocupantes do banco traseiro e apoio de braço central. O Santana também trazia controle elétrico para os vidros, tampa do porta-malas e bocal do tanque – mimos muito bem recebidos pelos consumidores.
O motor 1.8 de quatro cilindros trazia uma nova concepção, com cabeçote de alumínio do tipo HCS (High Compression and Squish), que otimizava o uso da mistura ar/combustível e tinha melhor rendimento térmico. O propulsor rendia cerca de 85 cv na versão a gasolina e 92 cv no modelo a álcool (etanol). O motor a etanol recebeu atenção especial, com sistema automático de partida a frio que tinha uma injeção adicional de gasolina para as manhãs frias. A transmissão manual era de quatro marchas nas versões CS e CG, sendo a de cinco velocidades exclusiva da versão CD.
O conjunto mecânico era satisfatório para quem rodava de forma tranquila, sem grandes arroubos de desempenho. Em altas rotações, o nível de ruído destoava da imagem refinada do modelo. Para ganhar certa agilidade, os engenheiros da Volkswagen encurtaram as marchas (com exceção da primeira), mascarando as reclamações de fraco desempenho – problema que só seria resolvido com a adoção do motor 2.0.
A linha 1985 veio com uma boa surpresa: a introdução da station-wagon Santana Quantum, que mantinha o estilo do modelo alemão, unindo a sobriedade do sedã às tarefas múltiplas de uma perua. Ela dispunha de bagageiro de barras removíveis, amplo porta-malas com cobertura sanfonada e era oferecida somente com quatro portas. Com boa aceitação no mercado, o Santana fechou o ano com 50.701 carros vendidos e mais 22.783 unidades da Quantum – sua melhor marca até então.
O ano de 1988 trouxe uma novidade esperada desde o lançamento: motor mais potente. O Santana 2000 trazia 18 cv de potência e 2,1 kgfm de torque extras na versão a álcool, que desenvolvia 112 cv e 17,5 kgfm – garantindo máxima de 187 km/h. O conjunto ficou bem mais ágil, também graças às curtas relações de marcha características do modelo. A reestilização aplicada no ano anterior manteve o ar de novidade com um para-choque mais envolvente e uma nova nomenclatura para as versões: C, CL, GL e GLS. A mais cara recebia novo conjunto ótico com faróis auxiliares e pisca-alerta posicionado no para-choque. Além disso, a chave com luz embutida permitia a abertura das portas mesmo em locais escuros, enquanto um teto solar de comando manual era oferecido como opcional, para completar a exclusividade do modelo.
Em 1990, chegava a série especial EX. A versão se diferenciava pelas lanternas traseiras fumê acompanhadas de um aerofólio com brake-light incorporado. As rodas de liga leve BBS douradas eram importadas da Alemanha, e formavam um belo conjunto com os alargadores de para-lamas e a soleira de portas na cor da carroceria. No interior os bancos Recaro roubavam a cena, com desenho mais anatômico e a forração em couro cinza ou em tecido navalhado. O painel com iluminação vermelha e um volante menor revestido em couro completavam o toque esportivo. O motor AP 2000i era o mesmo do Gol GTi, com injeção eletrônica Bosch LE-Jetronic multiponto e cerca de 125 cv. Só que tudo isso tinha um preço: tabelado a 1,4 milhão de cruzados novos (hoje cerca de 244 mil reais), o Santana EX custava 60% a mais do que a versão GLS, tornando-se o automóvel em série mais caro do Brasil.
Com as importações reabertas, novos concorrentes fizeram com que fosse necessária uma mudança drástica no Santana. Assim, em 1991 ele estreava novo figurino baseado na segunda geração do Passat alemão. As linhas quadradas deram lugar a um design mais arredondado e livre de arestas. Na dianteira, os faróis retangulares junto à grade com laminas finais lembrava os carros da Audi. Na traseira, a tampa mais alta foi invadida pelas lanternas horizontais e o vidro traseiro ficou mais inclinado, em nome da aerodinâmica – os testes no túnel de vento ajudaram o Santana a melhorar em 11% sua aerodinâmica.
Inicialmente, o novo Santana era oferecido em três acabamentos (CL, GL e GLS), todos na versão duas portas. Os propulsores eram os mesmos da geração anterior: 1.8 e 2.0 carburados, enquanto o 2.0 com injeção eletrônica podia equipar a versão GLS opcionalmente.
O interior ganhou nova roupagem, também com linhas mais suaves e arredondadas. As críticas ficaram apenas para o acionamento dos vidros elétricos, posicionados à frente do cambio.
No fim de 1991, a Volkswagen lançou a versão quatro portas e introduziu os freios ABS como opcional, coisa até então inédita em um veiculo nacional. A Quantum seguiu os passos do sedã e também ganhou novo design. A traseira acompanhava os ares arredondados da nova geração, com a tampa traseira mais larga que facilitava o acesso de grandes objetos.
Com um visual renovado e novas soluções técnicas, o Santana foi conquistando mercado, se mantendo líder do segmento por boa parte da década. Em 1996 foram vendidas 41.134 unidades do Santana e 11.898 da Quantum, sendo a segunda maior marca da história do carro. Em maio de 1998, uma reestilização chegou para diminuir o peso da idade e dar fôlego nas vendas. A dianteira teve os faróis mais afilados e os faróis auxiliares deslocados para as extremidades do spoiler. A tampa traseira trouxe um novo jogo de lanternas com desenho na diagonal, além de um suporte de placa na mesma cor do veículo.
Essa foi a última modificação estética do Santana. Com o mercado se modernizando, o VW foi perdendo força em vendas para o Chevrolet Vectra e para a dupla japonesa Honda Civic e Toyota Corolla, terminando seus dias nos pontos de táxi. Isso até que em 2006, após 22 anos de serviços prestados, a VW encerrava a produção do modelo.
Mas a história do Santana não acaba aqui. Uma geração completamente nova do sedã já foi lançada na China e está prevista para ser fabricada no Brasil . Só que desta vez ele vai atuar numa categoria diferente, na briga com Nissan Versa, Chevrolet Cobalt e Fiat Grand Siena. Lançado como modelo luxuoso nos anos 1980, o Santana agora vai brigar pela classe média.
NOVO SANTANA

PAINEL 

DE PERFIL

Propagandas VW SANTANA





Limusine ou carro Funerário?

Feito pros Manolos

O novo Sucesso da Stefhany "Crostanas"

"Que Diacho é isso, Fracisgreidson!"

Manuais Disponíveis: 
MANUAL SANTANA 84_88_93_95
MANUAL QUANTUM 88_93_95  
Clique nos ícones de pagamento no inicio do blog para adquirir.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

DOE UM MANUAL DO PROPRIETÁRIO

Faça a doação de um manual sem uso, seja ele digital ou não, que ainda não temos e ganhe outro dentre os listados no BLOG DO MANUAL. Entre em contato comigo!

Facilidade sem data de término!!!


domingo, 14 de dezembro de 2014

VW Golf 1974 à 2009

História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 13

A história do Volkswagen Golf

História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 12

É o carro mais vendido da história da Volkswagen. É um carro com conforto, robustez e boa mecânica, confira a sua história todas as principais versões deste modelo no Brasil e na Europa.
História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 11







Golf 1974
O Golf foi lançado no mercado europeu em 1974, por lá ele é chamado de Volkswagen Rabbit, no Brasil o modelo  apareceu em 1995, vindo importado do México. O Golf é o carro mais vendido na história da Volks. Existem mais Golf’s ao redor do mundo do que Fuscas, ou Kombi.
A segunda geração do Golf foi lançada em 1983, o carro trazia já injeção eletrônica, uma grande novidade na época.
vw golf gti 1983, golf II História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
Golf GTi 1983

Na década de 80 surgiu também a versão GTi do Golf que contava com um motor 1.8 16v, o que desenvolvia 139 cv. Além do visual bastante esportivo para época, vindo com faróis duplo, e rodas esportiva em alumínio. Este foi o primeiro Golf a sair da Europa, desembarcando nos EUA.
A próxima mudança do modelo aconteceria no ano de 1991 com a chegada da terceira geração que veio a ser  importada para o Brasil em 1995.

Golf 1995, A chegada do Golf no Brasil.

vw golf 1995, golf III História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
No ano de 1995 a Volkswagen traz para o Brasil a terceira geração do Golf, o carro era importado do México e era disponibilizado em três versões: GL que vinha com motor 1.8, Golf GLX que contava com um bom motor 2.0 de 116 cavalos. Uns dos grandes atrativos da versão GLX era o pacote de equipamentos oferecido entre eles direção hidráulica vidros elétricos e ar condicionado e rodas de liga leve e teto solar. Outra versão disponível era a GTi, esta mais esportiva tinha carroceria de 2 portas e um belo pacote de equipamentos.
vw golf 1995 interior História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
O Golf logo caiu no gosto do público brasileiro só no primeiro ano de importação foram vendidos 46 614 unidades. Os primeiros Golf importados para o Brasil mesmo tendo hoje mais de 12 anos desde sua vinda ao Brasil, ainda são uma opção interessante de carro usado, graças ao bom conforto interno e mecânica confiável, embora o preço das manutenção seja um bastante elevado, e o consumo de combustível do Golf também não é dos melhores.
Esta geração do Golf foi importada até 1999 quando o carro ganhou uma nova versão e passou a ser produzido no Brasil.

Golf 1999. O Golf ganha nacionalidade brasileira.

vw Golf 1999, golf 2000 História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
Em 1999 o Golf ganhou um novo design e passou a ser montado na fábrica da VW no Paraná, o Golf ganhou 11 centímetros a mais no tamanho o que resultou em um espaço interno mais amplo, um painel com desenho mais moderno e novos equipamentos como airbags frontais.  Esta versão do Golf passou a ser disponibilizada em três versões 1.6 com 101 cv e 2.0 com 116 cv e GTi que vinha com a mesma motorização.
golf 1998 interior, golf 1999 interior História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
O modelo agradava em muito pelo conforto interno, robustez e o ótimo conjunto mecânico, porém tinha um custo de manutenção muito elevado, além do consumo mesmo na versão 1.6 não sendo um dos melhores, o que desagradava em muito seus compradores. Porém os pontos fortes do Golf brasileiro, são muito maiores que os seus defeitos.
Confira mais fotos do Golf de 1999, até 2006:
vw golf 2001 História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
golf 2001 História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
interior vw golf 2001 até 2006 História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7
vw golf 2001 até 2006, interior parte traseira História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 7

2002 Golf ganha versão turbo.

Golf GTi 2002. Golf ganha versão turbo História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário
No ano de 2002 o VW trouxe para o Brasil a versão GTi 1.8 turbo, esta versão trazia a opção do câmbio Tiptronic e o potente motor de 180cv que lançava o Golf a mais de 227 km/h de velocidade máxima, acelerando de 0 a 100km/h em 7.9 segundos.

Golf 2007. Novo Golf é lançado no Brasil. Novo Golf ?

História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 10






Diferente do modelo de Golf que a VW lançou na Europa no final de 2003 que conta com linhas totalmente novas e uma carroceria mais esportiva (foto abaixo). O Golf do Brasil seguiu o estilo do Golf mexicano que foi lançado em 2007. Com um design mais clássico seguindo as linhas da versão antiga com apenas algumas alterações na parte estética (frontal e traseira), ou seja o modelo é o mesmo da quarta geração, tanto na parte mecânica quanto no interior, tendo apenas uma nova roupagem. A principal justificativa para esta falta de mudanças no Golf brasileiro, foi o corte de custo, já que para passar a produzir a nova geração do modelo no Brasil, exigiria muito investimento financeiro, o que seria praticamente inviável, já que o modelo ainda vendia muito bem na época.
Golf europeu que foi lançado em 2003,versão GTi de 250cv História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário
Golf europeu lançado em 2003, versão GTi de 250cv

VW Golf 2009, a sexta geração do modelo é apresentada na Europa, enquanto por aqui, as vendas começam a cair

História do vw golf   - manual golf para venda em pdf, site do manual, blog do manual  - todos os modelos - manual do usuário - proprietário 9
Em novembro de 2008, a Volkswagen apresentou no Salão de Paris, a sexta geração do Golf, o modelo foi inteiramente redesenhado, ganhando novas linhas principalmente na parte frontal. Além das mudanças estéticas o Golf VI, traz uma mecânica completamente nova, com uma gama de motores, mais econômicos e eficientes, como a nova versão GTD, que vem com motor diesel de 2.0 litros capaz de desenvolver 170cv, ele leva o Golf aos 222km/h de velocidade máxima, tendo consumo de 18.8km/l.

Na Europa as vendas do novo Golf 2009, continuam indo muito bem, o carro já é considerado um sucesso, e já por aqui no Brasil, as coisas não andam assim tão boa para o hatch da Volks, que passa pela sua pior fase em vendas, perdendo cada vez mais espaço para seus concorrentes. E ainda não há previsão oficial de quando a nova geração do Golf chegará ao País.
No início de 2009 a Volkswagen deixa oficialmente de produzir o Golf GTi que era vendido por R$90.000, a justificativa foi claro a baixa venda do modelo.

QUE BI-ÍÍÍÍÍTO! COLORIDINHO!

Manuais Disponíveis: 
MANUAL VW GOLF 92
MANUAL VW GOLF 2000 a 2006
Clique nos ícones de pagamento no inicio do blog para adquirir.