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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Monza 91 a 96

Apenas para relembrar a saga do carro mundial da GM, vale a pena saber que o Carro J, que daria origem ao Monza, foi lançado em 1981, como projeto de carro mundial da GM. Nesse mesmo ano, mas em outro segmento, a Ford estava fazendo a mesma coisa, por meio da linha Escort. Nos EUA, o "J" recebe o nome de Chevrolet Cavalier, mas seria também o Pontiac Sunbird, Pontiac J-2000, Oldsmobile Firenza, Cadillac Cimarron e Buick Skyhawk. Um carro para cada divisão da GM. Na Alemanha, chamava-se Opel Ascona e, no Brasil, Monza.
O Monza continuaria sua saga no Brasil após 1991 por meio de um grande face-lift, que abrangeu toda a parte dianteira e até mesmo a traseira. O carro posteriormente viria a ser conhecido como "tubarão" por alguns, devido ao desenho dos faróis e grade. Para muitos o Monza perdeu sua identidade quando recebeu essas mudanças, uma vez que – de uma certa forma – fugiam do propósito original do carro e das linhas desenhadas na Europa pela Opel. Os pára-choques agora eram envolventes, ainda plásticos, com os faróis de neblina embutidos na versão Classic.
Por sinal, por causa disso e das rodas de aro 14, nas versões de quatro portas a versão top de linha era visualmente a mais feliz de todas.
Por dentro as novas forrações eram destaque, assim como mudanças no painel de instrumentos. A injeção eletrônica de combustível teria continuidade, sendo o Monza o primeiro carro do mundo a contar com o sistema combinado com o álcool. A versão SL/E apresentava a injeção do tipo monoponto (TBI), conhecida como EFI, como opcional. A versão top Classic teria o sistema MPFI (multiponto, ou seja, um bico injetor para cada cilindro) como opcional.
Em 1992 os encostos dos bancos passam a ser vazados e surge a série especial Barcelona; em 1993 ele ganha um friso na tampa do porta-malas das versões mais caras e surge a série especial Hi-Tech, com freios a disco traseiros e sistema anti-bloqueio de freios ABS, além do painel digital. Foram feitas apenas 500 unidades do Hi-Tech. Nesse mesmo ano é criada ainda outra série especial, desta vez denominada 650, apenas na cor vinho, em alusão às 650 mil unidades produzidas do Monza, marca que fora atingida naquela época. Ainda em 1993 o Classic chega ao fim.
Em 1994 é a vez da Club, em homenagem a Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, que vinha nas cores vinho, cinza ou azul escuro. Nesse mesmo ano o Monza, assim como os demais carros da linha GM no Brasil, apresentam mudanças na nomenclatura das versões e surgem as versões GL e GLS.
Em 1995 chega a Class. Pouco antes do fim, em 1996, o GLS sai de linha e o GL vira uma "mistura" das duas.

Comprando um Monza usado
Nessa fase, comprar um carro desses acaba demandando procedimentos mais próximos dos exigidos para a aquisição de qualquer outro carro usado, e não um "colecionável", como ocorre com os Monza mais antigos. Assim, além do estado geral, é bom saber que o Monza continua apresentando a tendência de ter folga na coluna de direção, além de arriar a traseira por causa de molas e amortecedores desgastados e demandar cuidados com: ruídos na caixa de direção e suspensão dianteira, ferrugem na parte inferior da carroceria, em especial nas caixas de ar traseiras, ruídos nas portas (nos duas portas), trambulador impreciso com o desgaste e sensor de temperatura do motor.

Manuais Disponíveis:
MANUAL MONZA 91 A 96
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Um comentário:

  1. Quando tiver o manual do monza GL 94, avisa para mim por email.. valew..
    hiperoller@hotmail.com

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