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sábado, 7 de janeiro de 2012

Monza 83 a 90

O Monza foi o resultado do projeto de carro mundial preparado pela GM, que teve início em meados da década de 70 na Europa e Estados Unidos. Era o chamado Carro J, que teve várias versões ao redor do mundo, como os Pontiac Sunbird, nos Estados Unidos, Opel Ascona na Europa e Monza, por aqui. Usando a mesma plataforma básica, havia diferenças estilísticas, de acabamento e motorização para cada mercado ao qual se destinava. No Brasil foi lançado em maio de 1982, na versão hatch de duas portas e motor 1.6 a gasolina de 73 cv. Na Europa havia outras versões, como hatch de quatro portas, sedan e até mesmo wagon, que nunca foi feita por aqui.
As versões inicialmente eram a básica e a SL/E, sendo que os destaques ficavam pela modernidade das linhas, da motorização, transversal – que apresentava cabeçote de alumínio, comando no cabeçote com distribuidor na ponta do comando, entre outras novidades para a época. 
Além disso, contava com amplo porta-malas, que ficava ainda maior com o banco traseiro rebatido. Eram muitos os opcionais, mesmo para a versão mais cara, entre ar condicionado, vidros verdes, rodas de liga-leve etc. 
Logo no ano seguinte surge a versão sedan de quatro portas e motor 1.8 a gasolina, de 86 cv, que logo em seguida se estenderia para o hatch.
 Em 1984 a GM lança o que seria um furor na época, o Monza duas portas com três volumes, que fez sucesso pela performance do motor 1.8 a álcool e pela boa penetração que a carroceria de duas portas e porta-malas "separado" apresentava na época. 
O carro era basicamente voltado para o mercado de carros mais luxuosos, mas deixava para trás, em termos de desempenho, carros esportivos como o Escort XR-3, da Ford, andando junto com Gol GT, Opala seis cilindros etc. Era realmente um bom carro. Ainda em 1984 surge o câmbio automático opcional.
Em 1985 a GM arma uma surpresa desagradável para o consumidor, dentro da condenável prática de lançar modelos renovados no mesmo ano-modelo. Ou seja, a empresa lança uma primeira "fornada" de veículos do ano-modelo seguinte, para depois criar uma fase II desse mesmo ano-modelo, desvalorizando sobremaneira os primeiros carros produzidos. 
Assim houve, nessa fase II, spoiler dianteiro modificado, calotas, bancos, painel de instrumentos e forrações redesenhados, entre outros detalhes. 
Em fins de 1985, mais especificamente em setembro, a GM lança o esportivo S/R, com carroceria hatch, carburador de corpo duplo, bancos Recaro, rodas esportivas de aro 14, painel com fundo vermelho etc.
 Em 1986 surge a versão top Classic, com vários detalhes diferenciados, como forrações mais nobres, opção de câmbio automático e pintura em dois tons, rodas de liga-leve, ar condicionado e direção hidráulica de série, entre muitos outros itens. 
Em 1987 chega o motor 2.0, que passa a equipar o Classic e o S/R. No fim deste mesmo ano o Monza passaria pela sua segunda cirurgia plástica...

Comprando um Monza usado

A compra de uma Monza dessa fase depende muito mais do estado do veículo, propriamente dito, do que de defeitos inerentes ao produto e que poderiam estar presentes na hora da aquisição. Na verdade além dos cuidados que se deve ter com esses problemas intrínsecos, há o caso da idade avançada do veículo. 
Entre os defeitos que poderiam estar presentes estão folga na caixa de direção e na cruzeta de ligação da coluna de direção com a barra de direção, nos modelos com regulagem de altura do volante, queima de óleo devido a problemas em retentores de válvulas, suspensão traseira arriada, escape vazando, problemas de trambulador e nos conjuntos elétricos do veículo. Com a idade, naturalmente a corrosão e o desgaste passam a fazer parte desse pacote. 

Manuais Disponíveis:
MONZA 83 a 90
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